Deixo aqui para vocês todos os tipos de vacinas e a sua importância
http://saude.abril.com.br/edicoes/0284/medicina/conteudo_299091.shtml
A ciência é uma disposição de aceitar os fatos mesmo quando eles são opostos aos desejos”. (Burrhus Frederic Skinner)
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
JOGOS DIDÁTICOS
JOGOS DIDÁTICOS SOBRE SAÚDE
Deixo aqui para vocês um site interessante de como deixar as aulas de ciências mais produtivashttp://saude-viverbem.blogspot.com.br/p/jogos-educativos.html
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
SER HUMANO E SAÚDE
SER HUMANO E SAÚDE
Saúde: um Direito da Cidadania.
(6º série/7º ano)
Ser Humano e Saúde
Tempo: 2 aulas
* Habilidades
Ler e interpretar indicadores de saúde apresentados na forma
de tabelas e gráficos.
Reconhecer determinantes e condicionantes de uma vida
saudável (alimentação, moradia, saneamento, meio ambiente, renda, trabalho, educação,
transporte, lazer e etc), com base em textos e/ou ilustrações.
Ser Humano e Saúde.
* Problematização
Qual a sua realidade?
SONDAGEM
Você sabe o que é saúde???
http://www.youtube.com/watch?v=IUpAJz1wMVE
Definição de saúde:
"um estado de completo bem-estar físico, mental e
social e não somente ausência de afecções e enfermidades.”
Fonte: http://www.paho.org/bra/. Acesso em 18/09/2013.
Problematização
E agora?!?!?!?!
Você se considera saudável???
Quais são suas atitudes para manutenção de sua saúde ?
Questionário:
1)
Qual atividade você mais gosta?
a) Exercícios físicos variados;
b) Assistir TV;
c) Acessar redes sociais;
2)
Que tipo de alimento mais lhe atrai?
a) Bolacha recheada/salgadinho/chocolate;
b) Arroz, feijão, carne e verduras;
c) Somente carne;
3)
Qual bebida você prefere?
a)
refrigerante;
b) suco em caixinha;
c) suco de
fruta natural;
4) Para você, o que é mais importante:
a) Hospitais
de qualidade;
b) Medicamentos gratuitos;
c) Preservar a sua saúde com hábitos
saudáveis.
5)
Com que freqüência você lê livros, revistas,
jornais etc.:
a) diariamente
b) de vez em quando
c) nunca
Resultados
AVALIAÇÃO
1) Defina saúde.
2) Pode-se afirmar que mais de 50% da população possui
hábitos saudáveis? Justifique.
3) Com base no gráfico, podemos afirmar que:
A) 14% da população têm maus hábitos de saúde;
B) 28% da população têm maus hábitos de saúde;
C) 58% da população têm
maus hábitos de saúde;
4) Com base no seus
novos conhecimentos sobre saúde, como você define a sua alimentação?
Exemplifique na tabela e represente no gráfico:
|
Alimentos
|
Quantas vezes
por dia?
(Período de 7
dias)
|
|
Carnes
|
|
|
Arroz, feijão, carne e salada
|
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|
Refrigerantes/sucos de caixinha
|
|
|
Salgadinhos/Chocolates/Bolachas recheadas
|
|
AVALIAÇÃO
Recuperação
1 Aplique o questionário com 10 amigos e, posteriormente,
distribua os dados no gráfico.
domingo, 22 de setembro de 2013
A minha experiência com a leitura e escrita
Boa Noite.....vou contar um pouco minha experiência com a leitura e a escrita.
Eu era a prima mais nova, via meus primos e meu irmão indo para a escola e queria ir também mas ainda era muito cedo, quando eles retornavam cheios de lição de casa ficava ansiosa para ver eles resolvendo.
Na casa da minha tia havia umas coleções de livros: Os três porquinhos, Chapeuzinho vermelho e outros e sempre pedia para que alguém ler para mim. Sentia uma alegria imensa ao ouvir aquelas histórias e imaginar na minha cabeça todas as situações.
Depois de um tempo eu pedi para meus pais me comprarem uma lousa, assim eu colocava todas as minhas bonecas em frente e brincava que estava ensinando elas a ler. Escrevia um monte de palavras na lousa sem sentidos e pedia para meu irmão me falar o que estava escrito, ele muitas vezes dizia irritado: "Não dá para entender, não é assim que escreve". Mas aos poucos ele foi me ajudando a juntar as letras e formar algumas coisas, a primeira foi meu próprio nome e isso fiquei numa felicidade sem fim.
Quando iniciei na escola era a menina mais feliz da turma, adorava fazer de tudo lá e não queria vir embora. Os anos foram passando e o primeiro livro que li e depois tive que fazer um resumo sobre o mesmo foi: No fundo dos teus olhos - Giselda Laporta Niconelis
Foi uma experiência fantástica que até hoje me recordo.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Minha experiência na leitura e escrita.
Lembro-me que a leitura na infância que ler me cansava, pois tinha preguiça. Estudei em um colégio que era muito rígido com a questão da leitura. Toda a sexta feira tinha o resumo do livro da semana e tínhamos que fazer um resumo daquele livro para apresentá-lo na sexta-feira e por incrível que pareça a professora Rosalina ( já falecida ) sempre me escolhia para ler o resumo, então eu tinha sempre que saber a história do livro, pois ela também fazia algumas perguntas e eu tinha muita vergonha de falar para a sala. Hoje percebo que aqueles momentos foram muito preciosos em minha vida. E com o passar do tempo a leitura e a escrita tornaram-se importantes em minha vida, pois eu conseguia ir para lugares onde eu nunca tinha ido, um mundo de aventuras que muitas vezes refletia na minha vida. Depois que comecei a ter prazer pela leitura percebi que comecei a escrever melhor, a ler melhor a ter uma escrita melhor e principalmente boas idéias. Lembro-me de algumas literaturas que lemos no ensino fundamental: Dom Casmurro, Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Cortiço, Macunaíma e vários outros livros. Às vezes com a correria do dia a dia alguns dizem não ter tempo para a leitura, mas a leitura não tem hora, não tem lugar e não tem dia, podemos fazê-la em qualquer lugar a qualquer hora e desenvolver o habito da leitura e o prazer por ela. Identifiquei-me muito com o depoimento da Professora de Filosofia da USP Marilene Chauí “ Ler, acredito, é uma das experiências mais radiosas de nossa vida, pois, como leitores, descobrimos nossos próprios pensamentos e nossa própria fala graças ao pensamento e à fala de um outro.” É isso que eu acredito ser a leitura descobrimos um pouco mais de nós mesmos, nos tornamos mais sensíveis ao mundo.
Oii pessoal. as minhas experências como leitora, não foram tão boa, comecei tarde porque eu tinha problema de visão, e não via direito na lousa, por ter porte grande sempre me colocaram sentada no fundo, mais as coisas só começaram a ficar mais claro com 9 anos...Como eu gosto muito de filmes, começei a ler livros de bouso, de faroeste, depois a série vagalume, depois romance...enfim até bula de remédios agora....beijos
Oii pessoal. as minhas experências como leitora, não foram tão boa, comecei tarde porque eu tinha problema de visão, e não via direito na lousa, por ter porte grande sempre me colocaram sentada no fundo, mais as coisas só começaram a ficar mais claro com 9 anos...Como eu gosto muito de filmes, começei a ler livros de bouso, de faroeste, depois a série vagalume, depois romance...enfim até bula de remédios agora....beijos
Oii pessoal. as minhas experências como leitora, não foram tão boa, comecei tarde porque eu tinha problema de visão, e não via direito na lousa, por ter porte grande sempre me colocaram sentada no fundo, mais as coisas só começaram a ficar mais claro com 9 anos...Como eu gosto muito de filmes, começei a ler livros de bouso, de faroeste, depois a série vagalume, depois romance...enfim até bula de remédios agora....beijos
Quando
criança tive dificuldade na leitura, mais tive bons professores que me
ensinaram com muito amor e dedicação , aprendi a ler com a cartilha
caminho suave. Até hoje escuto quando a voz da minha tão amada
professora soar em meus ouvidos, sou muito grato por Deus ter colocados
pessoa tão maravilhosos para nos nortear como devemos ser alguém
começando pelos livros pois ele realmente nos ensina a ler melhor a
falar melhor, nos dar um vocabulário rico em palavras. Meu primeiro
livro foi a Mão e a Luva, como adorei ler aquele livro e a partir daí
não parei mais.
Hoje posso dizer que estou enferrujado mais
com este curso e outros que estou fazendo estou voltando ao mundo das
letras. O livro é muito importante para nós ele não só nos auxilia mais
como todos nós sabemos que nos ajuda a viver no nosso dia a dia, até nos
orientando como nos proceder diante de algumas situações que passamos.
Estamos hoje num universo de livros de todo tipo de escolha onde podemos
ler o que nos dar prazer ,creio eu que para se começar a ler , a
leitura tem que ser prazerosa até de maneira que você entra na história
(estória), e se sinta fazendo parte dela.
A leitura é uma
fonte que enriquece o ser humano de várias formas , como por exemplo a
escrita, uma está entrelaçada a outra se você ler bastante você com
certeza escreverá melhor terá como argumentar ser crítico em vários
angulos de uma discussão e proposta de debates
Na sala de aula
gosto muito de fazer meu alunos a participarem da leitura e com isso
percebo que a matéria se torna mais fácil na aprendizagem pois quando
chega na hoara da explicação os alunos já estão interagidos com o
assunto ,com isso o launo esta se inserindo com a leitura a ao mesmo
tempo se familiarizando com o contexto da aprendizagem.
Muitos
de meu alunos me falam sempre que vão ser biólogos pois gostam muito da
aprendizagem de ciência, como as descobertas das origens da viada e
isso me deixa sastifeito porque estou trabalhando de maneira que se
torna agradável para os educandos e percebo que estou incentivando a
leitura não só na sala de aula pois muitos deles trazem artigos sobre
assuntos que foram inseridos na sala de aula ou até assunto de
reportagens que assistiram tornando eles críticos na aula.
A experiência que ficou marcada como uma das mais importantes para as minhas aulas de Ciências foi, quando eu, usando a sala de leitura da EE dona Marcelina Maria da Silva Oliveira, mandei os alunos da 5a série - 6o ano desenvolver uma atividade de leitura e interpretação, na qual, eles deveriam descrever as diferentes características entre um trecho de leitura de um livro a ser, por eles escolhidos e a leitura de uma revista, também escolhida por eles. A surpresa, para mim, foi quando os alunos ficaram mais interessados na leitura do que na atividade propriamente dita. Foi como se eles despertassem a sua atenção para o que representa a leitura na vida deles. A partir daí, houve o interesse em pegar livros emprestados para ler em casa.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Animais em momentos Curiosos
Os animais fazem coisas que a gente nem imagina, aqui vocês irão ter a oportunidade de verem cenas engraçadas e curiosas. Bom divertimento
http://animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br/animais-em-momentos-curiosos/
http://animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br/animais-em-momentos-curiosos/
Só Ciências
Só Ciências, um site onde vocês professores pode aperfeiçoar cada dia mais as suas aulas.
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Ciencias/
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Ciencias/
Site interessantes
Olá amigos.
Aqui está um site muito interessante e divertido para deixar a aula de ciências mais interessante. Espero que vocês gostem.
http://www.biomaniacos.com.br/2010/07/jogos-de-biologia-e-ciencias.html
Aqui está um site muito interessante e divertido para deixar a aula de ciências mais interessante. Espero que vocês gostem.
http://www.biomaniacos.com.br/2010/07/jogos-de-biologia-e-ciencias.html
Como incentivar os alunos a gostarem das aulas de ciências
O gosto pela ciência - Experimentar, aprender e, aí sim, gostar
Tatiana Serra
Se cada um de nós olhar para trás e lembrar das aulas de Ciências, certamente terá muito mais lembranças dos momentos em laboratório do que das aulas teóricas, em que, muitas vezes, o conteúdo parecia tão abstrato e difícil de ser absorvido. Sem dúvida, o visual associado ao aprendizado teórico é mais bem registrado e fixado na memória. Contudo, seja na teoria ou na prática, o mais importante é a competência do professor em saber passar a informação e estimular os alunos no processo de aprendizagem.
O estímulo aos jovens é cada vez mais um dos grandes desafios dos profissionais de educação. Mas como fazer da ciência um alvo de interesse para eles? É bom lembrar que hoje em dia podemos dizer que o educador ideal une conhecimento conceitual, pedagógico e tecnológico – aliás, esse foi o tema abordado na entrevista com Daniel Salvador e Roberta Rolando, publicada na última edição desta revista. E, especialmente no caso da ciência, a tecnologia pode colaborar, e muito, para aumentar o leque de possibilidades de aprendizagem em sala de aula e fora dela. De que forma o educador deve utilizar essa interação a seu favor? Como estimular a curiosidade e o interesse de um estudante que é motivado por recursos tecnológicos em quase todas as suas atividades do cotidiano? Até porque as muitas alternativas que um iPod oferece são perfeitamente capazes de desfocar a atenção de qualquer um.
Para tentar responder a essas questões, podemos destacar o artigo Henry Armstrong e o ensino por descoberta, de Arthur Galamba (na ocasião, doutorando em regime de cotutela entre a Escola de Educação da Universidade de Leeds, no Reino Unido, e o Departamento de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Nova de Lisboa, Portugal). Publicado pela revista A Física na escola (volume 10, nº 2, outubro de 2009), o artigo traz um pouco da história de um dos nomes mais importantes e influentes na trajetória do ensino de Física na Inglaterra e considerado o grande impulsionador do ensino por descoberta no começo do século XX. Em seu texto, Arthur destaca a importância de despertar nos alunos a iniciativa e a ação e de oferecer a eles a oportunidade de experimentar sem a interferência prévia de alguém que detenha as respostas prontas para ele.
Ciência na mídia
Pulando do século XX para os dias de hoje, o ensino por descoberta ainda faz muito sentido; podemos ter na internet e em suas múltiplas facetas a oferta de ótimas oportunidades de experimentos, além de despertar nos alunos a ação. Os blogs, por exemplo, são muito democráticos, atendendo a profissionais, a estudantes, enfim, a quem tiver interesse em participar desse canal de interação. É possível acessar o blogdo autor de um livro que acabou de ler, conhecer um pouco mais sobre seu trabalho, postar uma mensagem e passar a se corresponder com ele.
Por falar em blog, os interessados em ciências já devem ter acessado o Ciência na mídia, uma das referências em divulgação científica na internet. Em 2008, a bióloga Tatiana Nahas resolveu abrir esse espaço para a divulgação e o debate da pesquisa científica, a veiculação da ciência e a educação em ciências a partir do que ela vê circulando na mídia. “Definições formais de mídia à parte, aqui o termo refere-se a jornais, revistas, sites, blogs, twitter, livros (didáticos ou de ficção), reuniões científicas, audiovisuais, programas de rádio, histórias em quadrinhos e o que mais for inventado para se comunicar e comunicar a ciência”, esclarece ela em seu blog.
Quando decidiu criar o Ciência na mídia, Tatiana achou que havia diversos blogs de divulgação científica, e poucos que olhavam a ciência na mídia. “Desses, grande parte do que encontrei – para não dizer todos – enfatizavam a ‘crítica destrutiva’. Assim, resolvi ter como meta em meu blog falar sobre ciência a partir de suas aparições na mídia, mas tomando apenas os bons exemplos. Tudo que pesco de interessante, original e/ou bem estruturado nas minhas leituras e navegações virtuais, audiovisuais & cia. se torna mote para um post. Pode ser um documentário, um artigo de revista, um telejornal, um livro, um blog, um filme, uma palestra, um outdoor... Também divulgo no blog alguns dos trabalhos que faço. Essa espécie de ‘portfólio virtual’ não tem o objetivo exclusivo de vitrine, mas sim de oferecer aos leitores alguns dos materiais e/ou ideias que elaboro e que podem ser usados por todos. A maior parte desse tipo deposts está reunida aqui”, complementa Tatiana.
Questionada sobre os fatores a que associa o sucesso do blog, ela diz que ainda há muito o que crescer em termos de leitores e também conquistá-los para que comentem os posts, discutam os temas. Mas acredita que uma das razões para os muitos acessos se refira ao fato de as pessoas que acompanham o blog perceberem que há um cuidado com o que é divulgado ali. “Gosto demais desse trabalho e é muito prazerosa a troca que há entre os blogueiros de ciência. É muito bom ter boas e divertidas fontes de informação sobre as mais diversas áreas da ciência. O conhecimento de materiais que podem ser usados em aula... Enfim, uma infinidade de trocas. Acho que o prazer que há em manter o blog é perceptível também para o leitor, que passa a acompanhar o trabalho do blogueiro e ‘torcer’ por novos posts”, declara a bióloga, que também destaca o fato de boas fontes fazerem referência ao blog em seus links, como a revistaCiência Hoje, a Casa da Ciência etc. Além disso, Tatiana é uma das administradoras da versão em português do Research Blogging, um site que agrega posts que versam sobre pesquisa revisada por pares. “Neste trabalho, acabo ficando em contato com diversos blogueiros de ciências, os quais eventualmente colocam links para o meu blog em seusblogs, e assim as ligações vão se fazendo”, afirma ela.
Voltando a falar sobre a interação entre o educador e seus alunos, Tatiana aposta em alguns pontos como fundamentais para um profissional de educação em geral, não só de ciências: relacionar os temas que ensina com o cotidiano do aluno; extravasar a paixão que tem pela sua área de estudo; propiciar o exercício de diferentes linguagens e formas de expressão durante o processo de ensino-aprendizagem, ou seja, “o aluno precisa ser estimulado a interpretar e a se expressar em diferentes formas de expressão (esquemas, gráficos, textos de diversos gêneros etc.). Outro ponto é o uso das chamadas linguagens midiáticas na sala de aula, seja as das consideradas mídias tradicionais – jornais, revistas e filmes –, seja as das chamadas novas mídias – como osblogs. Tudo isso faz parte do cotidiano do aluno, e ele precisa aprender a selecionar fontes de informação boas e confiáveis para determinado objetivo; precisa adquirir autonomia, aprender a aprender. Temos que ensiná-los a fazer isso. Os blogs são um caso nítido de preconceito por parte dos professores, que geralmente não os consideram confiáveis”, esclarece Tatiana, lembrando que ela mesma só criou o Ciência na mídia depois de perder o preconceito de relacionar blogs a ‘diários de menininhas’, na época.
Na sua opinião, o foco da educação não deve estar no conteúdo puro e simples, seja de qual área for, mas sim no desenvolvimento das habilidades de relacionar, interpretar, extrapolar, criar etc. E, especialmente quanto ao professor de Ciências, Tatiana acredita que o diferencial seja “desenvolver um trabalho que envolva o conhecimento da história da ciência e a prática do método científico. Para de fato compreender a ciência, o aluno deve também entendê-la como uma construção social e como um processo guiado por um método específico. Nesse contexto, deve perceber que a controvérsia faz parte do processo de construção do conhecimento científico e que ideias e teorias são resultado disso”.
Tatiana dá um exemplo de troca de informação entre professor e aluno através do blog (veja o link). “Nele relato uma situação de sala de aula que me levou a buscar uma informação interessante. A partir disso, tomei conhecimento de um trabalho muito bacana que mistura um pouco de arte com ciência, um trabalho que já valeria um posttípico do meu blog. Mas como isso veio a partir de uma questão de sala de aula, os dois elementos foram combinados e eu abri para os leitores a dúvida de um aluno – que era minha também. Recebi, então, comentários de alguns professores que se dispuseram a refletir sobre a questão, me ajudando a encontrar uma boa resposta para oferecer ao aluno e para nós mesmos. Foi uma troca bem gostosa! E um bom exemplo de como osblogs podem auxiliar nesse contato”. Prova de que não há nada mais construtivo do que estar aberto a uma nova informação, seja ela vinda de um profissional, de um estudante, de um experimento, de um blog, seja lá que roupagem essa novidade tenha.
Espaço da Ciência
O acesso à Ciência e o seu estudo podem transformar o indivíduo. Em muitos casos, esse acesso pode inclusive colaborar para a inclusão social do cidadão. Na opinião de Vera Cascon, coordenadora geral do programa Espaço da Ciência, da Fundação Cecierj, “todo acesso ao estudo e à informação, em qualquer área do conhecimento, possibilita a inclusão social e o exercício da cidadania plena. A educação científica contribui para que o indivíduo obtenha conhecimentos que o permitam entender, opinar e atuar em áreas e iniciativas que afetam e modificam sua vida em sociedade, como o meio ambiente e o contexto socioeconômico”.
O Espaço da Ciência está vinculado à Vice-Presidência de Divulgação Científica da fundação; foi criado em 1999, com a implantação do Espaço da Ciência de Campos dos Goytacazes, que funcionou até 2003. Em 2002, foram inaugurados o Espaço da Ciência de Três Rios e o de Paracambi. No final de 2006, foi inaugurado o Espaço da Ciência Maria de Lourdes Coelho Anunciação, de São João da Barra. Esses três espaços estão em pleno funcionamento, instalados em prédios próprios; outros poderão ser abertos, dependendo do estabelecimento de parcerias com prefeituras de outras cidades.
Considerado um exemplo de que é possível levar alternativas de aprendizagem aos alunos, esse programa é um misto de museu e centro de ciências e, através de parcerias com as prefeituras, apresenta exposições com equipamentos interativos. “Todos os Espaços têm equipamentos (como bicicleta geradora de energia, anel saltador) que exploram conceitos e fenômenos em ciências, permitindo que os visitantes estabeleçam correlações com os fenômenos observados e vivenciados em seu cotidiano, jogos de lógica/matemática e um setor de microscopia. Além disso, o Espaço da Ciência Maria de Lourdes Coelho Anunciação tem seis aquários de água doce e um oceanário”, esclarece Vera, destacando que, além da exposição permanente, os espaços oferecem exposições temporárias e atividades como exibição de vídeos científicos (através do programa Ver Ciência – Circuito CECIERJ), palestras, minicursos e oficinas.
O projeto Espaço da Ciência – Ciência e Tecnologia para a População no Interior do Estado do Rio de Janeiro, coordenado por Vera Cascon, foi um dos aprovados no edital do programa Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia,da Faperj. O principal objetivo desse projeto é promover a difusão e a popularização da ciência e tecnologia no Estado do Rio de Janeiro.
Minha experiência com a leitura
Desde pequena nunca fui muito chegada a ler, tinha muita dificuldade de me concentrar, e na escola detestava ler aqueles textos enormes que a professora pedia para interpretar. Odiava ler livros, e quase nunca fazia isso, a não ser por obrigação, sempre arrumando um jeito de me safar, mas isso realmente era complicado até porque sempre tinha avaliações.
Com o passar do tempo devido a triste perda do meu pai, fiquei muito abalada procurando algo que me distraísse, e ao mesmo tempo me confortasse, foi ai que uma amiga me emprestou um livro de auto-ajuda. No primeiro momento comentei com ela que iria ler, mas não dei muita garantia. Em uma noite, peguei esse tal livro, começando a ler aos poucos, me interessando, porém demorei um tempo para terminar. Era certo que a leitura ainda não me interessava ao ponto em que eu me apegasse a isso. Fui lendo aos poucos outras edições, adquirindo com o passar do tempo o gosto pela leitura.
Hoje consigo ler de maneira prazerosa, e descobri que a leitura sempre ajuda em horas difíceis. Valeu a pena a tentativa e agradeço essa minha amiga por me incentivar a ler meu primeiro livro, sem que eu parasse pela metade e deixasse de lado.
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